Neste espaço interativo serão postados textos, vídeos, revistas, slides, sites de escritores e outros voltados para Educação e Tecnologia. Seja Bem-vindo! Sádia Soares
quarta-feira, 4 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
A Força do Desejo
Seu desejo de conseguir algo deve ser mais forte do que a relutância de fazer as coisas difíceis que toda conquista exige. Por isso é tão importante saber, de maneira clara e específica, que objetivos você quer atingir – e porquê.
Mas, quando você trabalha duro todos os dias, tentando apenas sobreviver, sem um objetivo claramente definido, você está fazendo basicamente a mesma coisa. Você aguenta o sofrimento, e nem sabe porquê. Não estranha que tanta gente fique totalmente estressada.
Os problemas do dia a dia podem parecer insuportáveis quando analisados sob uma perspectiva restrita. Mas quando seu sonho é grande o suficiente, quando seus objetivos estão claros e são importantes, os problemas se transformam em dificuldades temporárias.
Siga um sonho que seja motivador e que esteja claramente definido. Você vai passar por cima de qualquer obstáculo.
Ralph Marston
segunda-feira, 2 de maio de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Conceito de Currículo e o Processo de Integração de Tecnologias ao Currículo
Para Sacristán, 2000 p. 46, "O currículo aparece como o conjunto de objetivos de aprendizagem selecionados que devem dar lugar à criação de experiências apropriadas que tenham efeitos cumulativos avaliáveis, de modo que se possa manter o sistema numa revisão constante, para que nele se operem as oportunas reacomodações".
E segundo Silva, 2001, p. 78, "O currículo oculto é constituído por todos aqueles aspectos do ambiente escolar que, sem fazer parte do currículo oficial, explícito, contribuem, de forma implícita para aprendizagens sociais relevantes (...) o que se aprende no currículo oculto são fundamentalmente atitudes, comportamentos, valores e orientações..."
Na tentativa de compreender conceito de currículo escolar entende-se que ele abrange todas as experiências escolares e que está ligado as atividades (ações) através das quais o aluno aprende.
De forma mais restrita, currículo escolar é o conjunto de disciplinas a serem ministradas em determinado curso ou grau de ensino. Neste sentido, o currículo abrange outros conceitos importantes: o de plano de estudos e o de programa de ensino, bem como toda estrutura em que se processa o ensino e a aprendizagem, dentro do ambiente escolar.
Para responder a pergunta sobre quais as contribuições das tecnologias ao desenvolvimento do currículo? Apresentamos as sugestões pontuadas pela Profª Maria Elizabette de que é necessário que seja reconstruída na escola uma nova forma de ensinar, integrando as diversas mídias e conteúdos curriculares numa perspectiva de aprendizagem construcionista, que Segundo Valente (1999), o construcionismo "significa a construção de conhecimento baseada na realização concreta de uma ação que produz um produto palpável (um artigo, um projeto, um objeto) de interesse pessoal de quem produz. Por meio dos estudos sobre currículo, mídias e tecnologias percebe-se também, que para a inserção das novas mídias dentro do Currículo escolar deve haver uma abertura para a aprendizagem, dos atores envolvidos nos processos (gestores, professores, alunos) para a aprendizagem e para o ensino e novamente para as diversas possibilidades de aprendizagens, no sentido de organizar o tempo na escola para a pesquisa, o planejamento, a execução e a avaliação daquilo que foi aplicado.
O trabalho com projetos faz o aluno aprender no processo, a produzir, levantar dúvidas, pesquisar e criar relações que incentivam novas buscas, descobertas, compreensões e reconstruções de conhecimento. Durante este processo de acompanhamento do aluno como “coordenador” do Projeto em execução é responsabilidade do professor acompanhar a aprendizagem do aluno, com isso entender seu caminho, seu universo cognitivo e afetivo, bem como sua cultura, história e contexto de vida, para desta forma contribuir na construção dos saberes dos alunos.
Com a chegada de novas tecnologias (computador, internet, vídeo, televisão) na escola, embora constitua um novo desafio para o professor, esse trabalho com a pesquisa em diversos sites, possibilita ao aluno, um modo de aprender baseado na integração entre conteúdos das várias áreas do conhecimento, bem como entre diversas mídias (computador, televisão, livros) disponíveis no contexto da escola. Para que o trabalho com as tecnologias aconteça com qualidade, é importante que a parceria entre gestores, professores, alunos e comunidade escolar, a fim de viabilizar a realização de novas prática pedagógicas, tendo em vista a aprendizagem do aluno. A mediação do professor é fundamental, pois o aluno, além de reconhecer sua própria autoria no projeto, ele também precisa sentir a presença do professor, que ouve, questiona e orienta, visando propiciar a construção de conhecimento.
A pedagogia de projetos deve permitir que o aluno aprenda-fazendo e reconheça a própria autoria naquilo que produz por meio de questões de investigação que lhe impulsionam a contextualizar conceitos já conhecidos e descobrir outros que aparecem durante o desenvolvimento do projeto. Nessa situação de aprendizagem, o aluno precisa selecionar informações significativas, tomar decisões, trabalhar em grupo, gerenciar confronto de idéias, enfim, desenvolver competências interpessoais para aprender de forma colaborativa com seus pares.
É fundamental que o professor tenha clareza da sua intencionalidade pedagógica para saber intervir no processo de aprendizagem do aluno, garantindo que os conceitos utilizados, intuitivamente ou não, na realização do projeto e na utilização das tecnologias sejam compreendidos, sistematizados e formalizados pelo aluno.
Pensando sobre possíveis mudanças e contribuições das tecnologias
O uso de tecnologias nas atividades do cotidiano da sala de aula provoca avanços na produção de conhecimentos, porém exige abertura dos profissionais da educação para aprender e ensinar a partir de diferentes espaços e produções do saber, o que implica em uma flexibilidade do currículo escolar, sendo que este deverá passar por uma visão mais ampla e integradora dos conhecimentos já adquiridos e daqueles em que ainda pretende alcançar.
Vivemos uma fase de mudanças na educação e os recursos tecnológicos vem oferecendo meios para que a aprendizagem seja significativa, a fim de despertar e incentivar o aluno a participar de atividades atrativas, proporcionando-lhes conhecimento básico de informática eles passam a atuar no processo de construção de sua própria aprendizagem. A tecnologia quando aliada a educação torna-se um fator fundamental no auxílio para a aprendizagem tanto dos alunos quanto dos professores, porque além de ser uma nova forma de ensino e aprendizagem, oferece a eles certa autonomia, de forma que estes possam aprender por seus próprios meios.
Como retrata Pedro Demo em sua entrevista: “Na escola, a criança escreve porque tem que copiar do quadro. Na internet, escreve porque quer interagir com o mundo. A linguagem do século XXI – tecnologia, internet – permite uma forma de aprendizado diferente. As próprias crianças trocam informações entre si, e a escola está longe disso. A tecnologia vai se implantar aqui “conosco ou sem nosco”.
Penso que necessitamos utilizar a internet com espírito crítico, não podemos ficar longe dela, ela veio e está aí para ficar, teremos que aprender a utilizá-la com responsabilidade, de forma que favoreça a ampliação de nossos dos conhecimentos.
Pedro Demo enfatiza na entrevista – Os desafios da linguagem no século XXI - que “o jogo eletrônico nos coloca desafios enormes, e a criança aprende a gostar de desafios.” Quando ela se tornar adulta os desafios serão enfrentados com muito mais coragem. Um outro chamamento também expresso na entrevista é que aquilo que o estudante aprende, quando está navegando na internet, são coisas da vida. Quando ele vai para a escola o aprendizado não é tão eficaz. A linguagem que ele usa na escola, quando ele volta para casa não vê em lugar nenhum. As linguagens, hoje, se tornaram multimodais, um texto que já tem várias coisas inclusas, som, imagem, texto, animação, utiliza isso para ser atrativo. Por exemplo: Para fazermos um blog, temos que ser autores, considera-se que essa é uma tecnologia maravilhosa porque puxa a autoria. Não podemos fazer um blog pelo outro, o blog é individual, temos que redigir, elaborar, nos expor, discutir. Esses são ensinamentos que poderemos levar para a sala de aula.
Outra alternativa, são os trabalhos a partir de projetos, nessas atividades oportuniza-se aos alunos participarem da definição dos temas, aprender e interpretar conceitos, fazer pesquisas, ter uma visão global do conteúdo a ser estudado, com isso aprender a ser autônomo, atuante, responsável e comprometido com o que faz.
Um projeto de trabalho, com utilização das tecnologias, não pode ser considerado apenas como um método de ensino, mas uma ação que reflete na aquisição de conhecimentos, quando são expressos resultados significativos de aprendizagens.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Reflexão da Aula - Música Meu Caro Amigo
A Música "Meu Caro Amigo" é do músico e compositor Chico Buarque. É composta de rítmo, rimas, uma boa seleção e combinação de palavras. É um pretexto para retratar a situação do país daquela época, a falta de liberdade das pessoas, a perseguição política. Observem que com a intenção de reforçar seu protesto, sua indignação, a música apresenta trechos como este:
Aqui na terra tão jogando futebol... Tem muito samba, muito choro... Uns dias chove, noutros bate sol... Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta!
O assunto abordado na música são as notícias enviadas ao amigo exilado e vem em fita (som), pois há muita dificuldade em comunicar-se com ele.
Aparece também a vontade de manter o contato, de dar notícias do país a alguém que certamente sente muitas saudades de sua terra, dos amigos, dos costumes.
Ao exibir o samba foi possível visualizar o interesse a turma, pois fizemos um bom trabalho de conhecimento prévio, por isso contamos com a participação de todos.
Aprendemos com essa aula a pesquisar vídeos na internet, a fazer análise linguística de um texto, compreender a formatação de diversos gêneros textuais, trabalhar oralidade, fazer parceria com a Professora de História, foram muitos dias de pesquisas e com resultados altamente positivos.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Plano de Aula - Filme 1,99 Um Supermercado que Vende Palavras
Filme: 1,99 Um Supermercado que Vende Palavras
Série: 9º Ano
Tema: Consumismo
Disciplina: Língua Portuguesa
Metodologia:
-Assistir ao filme com a turma, com direito a pipoca e tudo mais...
-Mobilização dos conhecimentos prévios a respeito do assunto ou idéias a cerca do filme, com possibilidades de várias oportunidades falas.
-Reflexão sobre o desejo, a angústia e a compulsão por comprar.
-Discussão sobre as principais características do gênero textual a ser trabalhado – Com destaque para o leitor, a finalidade, a intenção e o tipo de linguagem que irão utilizar na produção textual.
Devem levar o aluno a planejar o texto definindo:
- o que vai escrever (assunto);
- o gênero (artigo de opinião, propaganda, outdoor, anúncio, crônica...);
- para quem (o interlocutor);
- para quê (a finalidade – informar, entreter);
- com que intenções (o que se quer causar no leitor – alegria, reflexão, humor, passar informações sobre um determinado tema, persuadir);
- como vai escrever (linguagem – formal ou informal)
Atividades que poderão ser solicitadas aos alunos a partir do filme - Produções de diversos gêneros textuais, sendo importante destacar que para cada trabalho apenas um gênero.
Avaliação em conjunto com alunos (possibilidades de refacção textual)
Ficha técnica do filme:
Título Original: 1,99 – Um Supermercado Que Vende Palavras.
Origem: Brasil, 2003.
Direção: Marcelo Masagão.
Roteiro: Marcelo Masagão e Gustavo Steinberg.
Produção: Clarissa Knoll e Gustavo Steinberg.
Fotografia: Hélcio Alemão Naganine.
Música: Wim Mertens e André Abujamra.
Referências bibliográficas:
www.diaadiaeducacao.pr.gov.br
http://cinema.terra.com.br/ficha/0,,TIC-OI4564-MNfilmes,00.html
http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=36&tipo=resenha
Série: 9º Ano
Tema: Consumismo
Disciplina: Língua Portuguesa
Metodologia:
-Assistir ao filme com a turma, com direito a pipoca e tudo mais...
-Mobilização dos conhecimentos prévios a respeito do assunto ou idéias a cerca do filme, com possibilidades de várias oportunidades falas.
-Reflexão sobre o desejo, a angústia e a compulsão por comprar.
-Discussão sobre as principais características do gênero textual a ser trabalhado – Com destaque para o leitor, a finalidade, a intenção e o tipo de linguagem que irão utilizar na produção textual.
Devem levar o aluno a planejar o texto definindo:
- o que vai escrever (assunto);
- o gênero (artigo de opinião, propaganda, outdoor, anúncio, crônica...);
- para quem (o interlocutor);
- para quê (a finalidade – informar, entreter);
- com que intenções (o que se quer causar no leitor – alegria, reflexão, humor, passar informações sobre um determinado tema, persuadir);
- como vai escrever (linguagem – formal ou informal)
Atividades que poderão ser solicitadas aos alunos a partir do filme - Produções de diversos gêneros textuais, sendo importante destacar que para cada trabalho apenas um gênero.
Avaliação em conjunto com alunos (possibilidades de refacção textual)
Ficha técnica do filme:
Título Original: 1,99 – Um Supermercado Que Vende Palavras.
Origem: Brasil, 2003.
Direção: Marcelo Masagão.
Roteiro: Marcelo Masagão e Gustavo Steinberg.
Produção: Clarissa Knoll e Gustavo Steinberg.
Fotografia: Hélcio Alemão Naganine.
Música: Wim Mertens e André Abujamra.
Referências bibliográficas:
www.diaadiaeducacao.pr.gov.br
http://cinema.terra.com.br/ficha/0,,TIC-OI4564-MNfilmes,00.html
http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=36&tipo=resenha
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Eu e o hipertexto
Quais foram as minhas percepções e sensações
ao navegar em um hipertexto?
ao navegar em um hipertexto?
A internet mudou nossa maneira de ler, construir e interpretar textos e mostrou que não há formas únicas de leitura e produção textual, sabemos que com essa grande possibilidade de leituras teremos novas formas de letramentos e a exclusão de outros.
Como estudamos, o hipertexto é um texto em formato digital, ao qual se agrega outros conjuntos de informações na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá por meio de links. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, são ícones que tem a função de interconectar os diversos conjuntos de informação e ao serem clicados, são remetidos para outra página onde se esclarece com mais precisão o assunto do link abordado.
Durante a navegação foi possível perceber que há autores que defendem que o hipertexto acontece apenas nos ambientes digitais, pois estes permitem acesso imediato a qualquer informação. A internet, através da WWW, seria o meio hipertextual por excelência, uma vez que toda sua lógica de funcionamento está baseada nos links. Autores como, por exemplo, Marcuschi, 2001, acreditam que a representação hipertextual da informação independe do meio. Pode acontecer no papel, desde que as possibilidades de leitura superem o modelo tradicional (com início, meio e fim). Uma enciclopédia é um modelo clássico de hipertexto, pois permite acesso não-linear aos verbetes contidos em diferentes volumes. Outros exemplos de hipertextos tradicionais são os dicionários, a Bíblia, as obras de consultas e os catálogos telefônicos que não são lidos linearmente, mas em múltiplas direções.
Um outro tópico relevante é a utilização da ferramenta de hipertexto na Educação, como incentivo ao aluno à pesquisa e à produção textual. O hipertexto como ferramenta de ensino e aprendizagem facilita um ambiente no qual a aprendizagem acontece de forma incidental e por descoberta, pois ao tentar localizar uma informação, os usuários, participam ativamente de um processo de busca e construção do conhecimento, forma de aprendizagem considerada como mais duradoura e transferível do que aquela direta e explícita.
Vale destacar, que “hipertextos são caminhos abertos e escolhas infindáveis propiciando um texto de múltiplas tramas, múltiplas conexões, ou seja, a realização do labirinto. Seria a simbiose completa de autor e leitor, tendo em vista se completarem nas escolhas e todas as leituras tornar-se-iam simultaneamente produções singulares”.
Navegar no hipertexto e ler ao mesmo tempo é bastante prazeroso e envolvente, dá a sensação de liberdade e nos possibilita diversas pesquisas. Mergulhar nesse universo de informações acessível, dinâmico, veloz e interativo, me permitiu “andar” por vários caminhos e por idéias de muitos autores renomados. Ao mesmo tempo, me fez perceber a necessidade da aquisição de novas habilidades para encontrar e selecionar informações que fossem relevantes dentro do que estava pesquisando.
Diante deste estudo, recomendo pensar nesse novo espaço como construção de operações mentais que exigem a revisão de nossas estratégias de lidar com o texto. Sobretudo revendo as estratégias que dizem respeito à continuidade textual. Pois o “novo espaço” não é mais linear nem se comporta numa direção definida.
Referências:1. http://pt.wipedia.org/wiki/Hipertexto
2. O hipertexto como um novo espaço de escrita em sala de aula
Linguagem & Ensino, Vol. 4, No. 1, 2001 (79-111)
Luiz Antônio Marcuschi
Universidade Federal de Pernambuco
Leituras Recomendadas:
Pingos nos is: a importância das comunidades em rede
Autores: Marcos Cavalcante e Carlos Nepomuceno
Leituras sobre hipertexto: trilhas para o pesquisador
Autora: Ana Eliza Ribeiro
sábado, 16 de outubro de 2010
Análise de web site - Cyberespaço
Navegar no cyberespaço foi uma grande oportunidade de crescimento profissional, nele conheci diversos sites, um deles foi da Secretaria de Educação do Estado do Paraná, está disponível neste site, um link para professores de todas as disciplinas, com modelos de aulas, vídeos e um excelente material de pesquisa. Para acessar, você entra no site: www.diaadiaeducacao.pr.gov.br, no link Educadores e acesse a disciplina do seu interesse.
Eu, trabalho com Língua Portuguesa, por isso optei por ela, e lá possui muitas referências para nossas aulas, sugestões de leitura como: os livros Aula de Português da Irandê Antunes, Como e Por que Ler de Haroldo Bloom, Gramática – Ensino Plural de Luiz Carlos Travaglia e Ler e Compreender da Ingedore Villaça, conheço três destes e são ótimas referências, recomendo a leitura e utilização.
Tem também a TV Paulo Freire, um canal com a programação concebida para a comunidade escolar, disponibiliza a todos os seus telespectadores ambiente de comunicação – o sítio da TV Paulo Freire. Nela, você tem uma forma de obter informações sobre a programação, os programas e os convidados, além de notícias. Apresenta-se ainda, a história, núcleos de produção, parcerias e programas disponíveis através da Internet.
Filmes interessantes para português e outras disciplinas: Um supermercado que vende palavras; A excêntrica família de Antonia e a História das coisas.
Colegas outros site recomendados sobre Tecnologia, Educação e Língua Portuguesa, aqui ao lado...
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Práticas Interdisciplinares na Escola
Uma questão de Perceber-se...
Práticas Interdisciplinares na Escola é o livroem que Ivani Catarina Arantes Fazenda e seus parceiros, alunos da PUC/SP – hoje professores em diversas Universidades , desvelam o estudo de um ano sobre a teoria da interdisciplinaridade, ao entrelaçá-la com as práticas da sala de aula. Um momento de registro das experiências e das dúvidas que circundam esse estudo. Essa produção foi editada pela Cortez, em 2001 e é fonte reveladora de que um projeto interdisciplinar requer uma revisita ao “interior” para compreendermos os momentos pessoais e profissionais marcados pela inter, às vezes, inconscientes. É um exercício imerso na reflexão!
Práticas Interdisciplinares na Escola é o livro
Leia resenha do livro Práticas Interdisciplinares de Ivani Fazenda, na íntegra:
Educador
“Se não morre aquele que escreve um livro ou planta uma árvore, com mais razão não morre o educador que semeia a vida e escreve na alma”.(Bertold Brecht) Nesse sentido, somos vida e por isso fazemos parte da renovação!
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Quem sou como professor e aprendiz?
O que a vida me ofereceu na infância me incentiva a continuar aprendendo, pois ainda que não tivesse despertado, a aprendizagem continuada apresenta-se como uma condição necessária no meu local de trabalho, por sobrevivência pessoal e profissional.
De acordo com Armando Valente (2005) as dificuldades enfrentadas por nós com relação ao manuseio do computador no início do processo são como as das crianças ao manusear o mouse, apresentam desafios conceituais, de postura e atitude.
Na época que fiz licenciatura em Letras as oportunidades de acesso a tecnologia eram limitados, sendo disponíveis apenas poucos livros, cópias de textos e professores de certa forma também “aprendizes”. Na primeira Pós Graduação em Linguística foi possível visualizar a construção e reconstrução: limites e possibilidades no ensino e na aprendizagem de Língua Portuguesa.
A segunda Pós Graduação em Gestão Educacional me possibilitou uma visão sobre como manter atualizado meu currículo acadêmico, humanístico, tecnológico e social. No exercício da docência e como técnica da educação, durante aproximadamente 17 anos, procuro desenvolver as dimensões: técnica, estética, política e ética, Terezinha Rios (2002), nas ações pelas quais sou responsável.
Atualmente como Assessora de Língua Portuguesa na SEDUC, vejo a necessidade de um ambiente de aprendizagem voltado para o aprendiz, para as atividades e pessoas que auxiliem nesse processo. Por acreditar, como afirma Barchechat:1998, nas alternativas de educação a distância sendo promissoras para quem já passou pelo sistema educacional formal e adquiriu autonomia, é que me vejo como aprendiz, disposta a participar de um curso a distância sobre tecnologias, vendo a internet como um mundo de aprendizagem e possibilidades de expressão e colaboração.
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